Deploy sem medo. Infraestrutura sem improviso.

Seu time ainda faz deploy manual e torce para funcionar? CI/CD, Infrastructure as Code e automação eliminam o improviso — e transformam entrega em processo confiável.

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Entregas rápidas, confiáveis e rastreáveis

Deploy manual, ambientes que não se reproduzem, configurações que existem só na cabeça de alguém. Quando infraestrutura e entrega dependem de processos artesanais, cada mudança é um risco — e cada incidente vira uma investigação sem rastro.

A prática DevOps da SPKR estrutura pipelines de CI/CD, infraestrutura como código, containerização e observabilidade. Cada build é testado automaticamente. Cada ambiente é versionado e reproduzível. Cada deploy é rastreável e reversível. Segurança entra no pipeline desde o início — DevSecOps, não como etapa final.

Velocidade sem controle é risco. Com controle, é vantagem competitiva.

Como funciona

Três fases. Resultados concretos em cada uma.

1

Assessment

Mapeamos seu fluxo atual de entrega: repositórios, builds, ambientes, deploys e monitoramento. Identificamos gargalos, processos manuais e riscos no ciclo de vida da aplicação.

2

Automação

Implementamos pipelines CI/CD, infraestrutura como código, containerização e testes automatizados. Cada camada do fluxo passa a ser versionada, testada e rastreável.

3

Operação e evolução

Configuramos observabilidade (métricas, logs, traces), treinamos o time e acompanhamos os primeiros ciclos. A cultura DevOps se consolida com prática, não com teoria.

O que muda na sua operação

Deploys automatizados e rastreáveis

Cada entrega passa por build, teste e validação automática. Sem intervenção manual, sem "funciona na minha máquina". O pipeline garante que o que chega em produção foi testado e aprovado.

Infraestrutura versionada e reproduzível

Terraform, Ansible, ARM Templates — toda a infraestrutura descrita em código, versionada no Git e reproduzível sob demanda. Dev, staging e produção deixam de ser ambientes diferentes por acidente.

Segurança embutida no pipeline

DevSecOps: análise de vulnerabilidades, scan de dependências e validação de compliance integrados ao CI/CD. Segurança não é etapa final — é parte do fluxo desde o primeiro commit.

Rollback confiável em minutos

Algo deu errado em produção? Rollback automatizado para a versão anterior em minutos — não em horas. Quando cada deploy é versionado e rastreável, voltar atrás é processo, não pânico.

Observabilidade de ponta a ponta

Métricas, logs e traces correlacionados. Quando um problema acontece, você sabe exatamente onde, quando e por quê — sem ficar garimpando logs em cinco servidores diferentes.

Time focado em valor, não em rotina

Quando build, teste, deploy e provisionamento são automáticos, seu time para de gastar energia em tarefas repetitivas e passa a focar em entregar funcionalidades que geram valor ao negócio.

O que está incluído

CI/CD Pipelines

  • Azure DevOps, GitHub Actions, GitLab CI ou Jenkins
  • Pipelines de build, test, análise e deploy automatizados
  • Gestão de artefatos e registries (Docker Hub, ACR, ECR)
  • Estratégias de deploy: blue-green, canary, rolling update

Infrastructure as Code

  • Terraform para provisionamento multi-cloud
  • Ansible para configuração e automação de servidores
  • ARM Templates, Bicep ou CloudFormation conforme cloud
  • GitOps com ArgoCD ou Flux para sincronização contínua

Containers e Orquestração

  • Docker: containerização de aplicações e serviços
  • Kubernetes gerenciado (AKS, EKS, GKE) ou on-premises
  • Helm Charts para deploy declarativo de aplicações
  • Service Mesh (Istio, Linkerd) para comunicação segura

Observabilidade

  • Prometheus e Grafana para métricas e dashboards
  • ELK Stack ou Loki para centralização de logs
  • Azure Monitor, CloudWatch ou Google Cloud Operations
  • Tracing distribuído (Jaeger, Zipkin) e APM

Perguntas frequentes

O que é DevOps na prática?

DevOps é a integração entre desenvolvimento e operações através de automação, pipelines de entrega contínua e infraestrutura como código. Na prática, significa que builds, testes, deploys e provisionamento de ambientes acontecem de forma automatizada, versionada e rastreável — sem depender de processos manuais ou conhecimento concentrado em uma pessoa.

DevOps funciona para empresas que não são de software?

Sim. Qualquer empresa que tenha infraestrutura de TI se beneficia de práticas DevOps. Infrastructure as Code, automação de configurações, gestão de patches e observabilidade são úteis mesmo sem desenvolvimento de aplicações. Se sua empresa usa cloud, servidores ou sistemas internos, DevOps melhora a operação.

Preciso migrar tudo para containers?

Não necessariamente. Containers (Docker, Kubernetes) são parte do ecossistema DevOps, mas não são obrigatórios. Muitas empresas começam com CI/CD e Infrastructure as Code sem containerizar nada. Avaliamos seu cenário e recomendamos a adoção gradual — começando pelo que gera mais valor com menos disrupção.

Infrastructure as Code substitui a equipe de infra?

Não substitui — transforma. Em vez de provisionar servidores manualmente e manter configurações na memória, a equipe passa a definir infraestrutura em código versionado, revisável e reproduzível. O trabalho muda de operacional para estratégico — e o conhecimento fica no repositório, não na cabeça de alguém.

DevOps e Cloud são a mesma coisa?

São complementares, mas diferentes. Cloud é onde a infraestrutura roda (Azure, AWS, Google Cloud). DevOps é como você gerencia e entrega — automação, pipelines, IaC e observabilidade. DevOps funciona tanto em cloud quanto em ambientes on-premises ou híbridos. A sustentação cloud cuida do ambiente; DevOps cuida do fluxo.

Entrega manual é gargalo. Automação é vantagem.

Fale com nossos especialistas e descubra como estruturar pipelines, infraestrutura como código e observabilidade no seu ambiente.

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