Pentest com metodologia OWASP + PTES: infraestrutura externa, interna e aplicações web — relatório executivo + reteste de validação.

Teste de invasão controlado conduzido pela SPKR com metodologia OWASP + PTES — escopo externo (perímetro), interno (lateral movement, escalação) e aplicações web (OWASP Top 10). Entrega: relatório executivo (Comitê) + relatório técnico (equipe TI) + plano de remediação priorizado por criticidade CVSS + reteste de validação após correção.

02 Como funciona

Reconhecimento, exploração e remediação validada — três fases OWASP/PTES.

1

Reconhecimento e Escopo

Definição do escopo (black box, gray box ou white box), coleta de informações sobre o alvo e modelagem de ameaças. Alinhamento de regras de engajamento e janelas de teste.

2

Testes e Exploração

Varredura de vulnerabilidades, exploração controlada de falhas, tentativa de escalação de privilégios e movimentação lateral. Cada etapa documentada com evidências.

3

Relatório e Remediação

Relatório executivo para a diretoria e técnico para a equipe de TI. Plano de correção priorizado por criticidade (CVSS) e reteste para validar as correções aplicadas.

03 O que muda

Seis mudanças concretas com pentest periódico documentado.

Brechas exploráveis

Vulnerabilidades reais separadas das teóricas.

Scan automatizado lista vulnerabilidades; pentest prova quais delas são realmente exploráveis no contexto do ambiente — e qual o impacto real no negócio se exploradas.

Compliance regulatório

Evidência auditável para PCI-DSS, ISO 27001 A.12.6, BACEN.

PCI-DSS req. 11 (semestral em ambiente de cartão), ISO 27001 A.12.6 (anual), BACEN para gestoras financeiras, OAB Provimento 198/2023 (advocacia) — pentest gera evidência documentada para auditoria externa.

Validação de controles

Firewall, EDR, SIEM e Conditional Access testados sob pressão.

Cada camada de defesa do ambiente é testada com técnicas reais de invasor — não apenas configurada por checklist. Detecta gaps de configuração e falsos positivos de proteção.

Priorização CVSS

Investimento em segurança baseado em criticidade real.

Classificação CVSS por vulnerabilidade permite priorizar correções por impacto × probabilidade — Comitê de Risco aprova orçamento com evidência defensável, não com suposição.

Relatório dual

Sumário executivo + relatório técnico detalhado.

Dois documentos por engagement: sumário para Comitê/Conselho aprovar investimentos e relatório técnico para a equipe TI corrigir vulnerabilidade por vulnerabilidade com PoC reproduzível.

Reteste contratual

Validação pós-correção incluída no escopo.

Após a equipe TI aplicar correções, equipe SPKR retesta cada vulnerabilidade explorada — ciclo completo identificar, corrigir e confirmar com evidência documentada para auditoria.

04 Escopo

Externo, interno, aplicações web e relatórios — escopo contratual.

Frente

Pentest Externo

  • Varredura de portas, serviços e perímetro
  • Teste de firewalls, VPNs e WAFs
  • Exploração de servidores web expostos
  • Análise de DNS, e-mail e registros públicos

Frente

Pentest Interno

  • Active Directory — Kerberoasting, Pass-the-Hash
  • Escalação de privilégios local e de domínio
  • Movimentação lateral entre segmentos
  • Teste de segmentação de rede e VLANs

Frente

Aplicações Web

  • OWASP Top 10 — cobertura completa
  • SQL Injection, XSS, CSRF e SSRF
  • Falhas de autenticação e controle de acesso
  • APIs REST e GraphQL — BOLA, IDOR, rate limiting

Frente

Entregáveis

  • Relatório executivo — sumário para a diretoria
  • Relatório técnico com evidências e PoC
  • Plano de remediação priorizado por CVSS
  • Reteste de validação após correções

05 Perguntas frequentes

Perguntas frequentes sobre Pentest SPKR.

Qual a diferença entre pentest e scan de vulnerabilidades?

Scan de vulnerabilidades é automatizado — identifica falhas conhecidas em software e configurações. Pentest vai além: um especialista tenta explorar essas falhas de verdade, encadear ataques e medir o impacto real no negócio. Scan lista o que pode estar vulnerável. Pentest prova o que está.

O pentest pode derrubar sistemas em produção?

Risco mínimo. Antes de iniciar, definimos regras de engajamento que incluem escopo, janelas de teste e limites de exploração. Técnicas destrutivas (como DoS) ficam fora do escopo padrão. Testes mais agressivos podem ser realizados em ambientes de homologação, se necessário.

Com que frequência devo fazer pentest?

O padrão de mercado é anual para compliance (PCI-DSS, ISO 27001). Mas a recomendação prática é testar após grandes mudanças na infraestrutura — migração cloud, nova aplicação web, fusão de redes. Ambientes de alto risco (fintech, saúde, e-commerce) se beneficiam de testes semestrais.

Quais metodologias a SPKR utiliza?

OWASP Testing Guide para aplicações web, PTES (Penetration Testing Execution Standard) para infraestrutura e NIST SP 800-115 como framework de referência. A classificação de vulnerabilidades segue o padrão CVSS v3.1 para garantir comparabilidade e priorização objetiva.

O que acontece após a entrega do relatório?

Apresentação dos achados para a equipe técnica e, opcionalmente, para a diretoria. O plano de remediação priorizado guia as correções. Após a aplicação das correções, realizamos o reteste para confirmar que as vulnerabilidades foram efetivamente eliminadas. Ciclo completo: identificar, corrigir, validar.

06 Relacionados

Decida com base em fato — discovery do escopo, modalidade recomendada (black/gray/white box), proposta em real.

Conversa de 30 minutos com a equipe técnica SPKR mapeia o escopo do pentest (perímetro externo, infra interna, aplicações web, ambiente PCI-DSS) e recomenda modalidade. Em parte dos casos, a recomendação é começar por escopo externo + 1 aplicação crítica e expandir conforme maturidade — honestidade técnica antes de proposta comercial.