PRTG instalado não é infraestrutura monitorada.

Sensores padrão, thresholds genéricos e alertas que ninguém analisa. A maioria das empresas tem PRTG — poucas sabem o que está acontecendo na própria rede antes que o usuário reclame.

01 Visão geral

Monitorar não é instalar sensores. É garantir que nenhum problema passe.

PRTG Network Monitor é uma das plataformas de monitoramento mais completas do mercado — 250+ tipos de sensores nativos, dashboards visuais, alertas multinível e suporte a SNMP, WMI, NetFlow e API. Mas sensores mal dimensionados geram ruído, thresholds genéricos disparam alertas irrelevantes e dashboards sem contexto escondem os problemas reais.

A SPKR, como parceira Paessler, implementa e gerencia o PRTG ajustado ao seu ambiente real: sensores sob medida para cada ativo crítico, thresholds calibrados por baseline de comportamento, dashboards que mostram o que importa e vigilância proativa. Cada sensor tem propósito, cada threshold tem contexto, cada alerta recebe análise.

A forma gerenciada disso na SPKR é o Painel Grafana SPKR e a solução de Monitoramento.

Monitoramento operado

02 Como a SPKR atua

Do mapeamento à gestão contínua — visibilidade real de cada ativo crítico.

Etapa

Mapeamento e diagnóstico

Levantamos servidores, switches, firewalls, links, aplicações e serviços cloud. Se o PRTG já está instalado, auditamos sensores, thresholds e gaps de cobertura; se não, planejamos o deploy com a arquitetura de sensores ideal.

Etapa

Implementação e calibração

Instalamos o PRTG, configuramos sensores sob medida por ativo e criticidade, definimos thresholds por baseline real, criamos dashboards por área e configuramos alertas escalonados por severidade (e-mail, SMS, tickets).

Etapa

Gestão e evolução contínua

Monitoramento diário dos alertas pela equipe SPKR, análise de tendências, ajuste de thresholds conforme o ambiente evolui e relatórios mensais de disponibilidade e capacidade. Cada novo ativo entra no monitoramento automaticamente.

03 O que muda na sua operação

Seis ganhos concretos, operados pela SPKR.

Benefício

Problemas detectados antes do impacto

Thresholds calibrados por baseline real identificam degradação antes que o usuário perceba. Disco enchendo, link saturando, CPU em tendência de alta — você sabe antes de virar incidente.

Benefício

Alertas que significam algo

Escalonamento por severidade com supressão de ruído. Alertas críticos disparam ação imediata; avisos geram análise preventiva. Sem fadiga de alertas, sem ignorar notificações que importam.

Benefício

Dashboards que contam a história certa

Painéis visuais segmentados por área — rede, servidores, cloud, links WAN. Cada dashboard mostra o que o responsável precisa ver, sem informação desnecessária poluindo a visão.

Benefício

Capacidade planejada, não improvisada

Relatórios de tendência mostram quando disco, banda ou CPU vão atingir o limite. Investimento em expansão é planejado com dados reais — não por achismo depois que o servidor lotou.

Benefício

Disponibilidade comprovada com SLA real

Relatórios automáticos de uptime por ativo, serviço e período. Você comprova SLA para clientes internos e fornecedores com dados concretos — não com percepção subjetiva.

Benefício

Cobertura total sem ponto cego

Servidores, switches, firewalls, links WAN, VPNs, bancos, aplicações web e serviços cloud — tudo no mesmo painel. Nenhum ativo crítico fica fora da vigilância proativa.

04 O que está incluído

PRTG + gestão SPKR num contrato único.

Incluído

Sensores & coleta

250+ tipos de sensores nativos (SNMP, WMI, NetFlow, API) + sensores customizados por ativo crítico.

Incluído

Thresholds & alertas

Thresholds por baseline real, escalonamento por severidade (e-mail/SMS/ticket) e supressão de ruído.

Incluído

Dashboards & SLA

Painéis por área (rede, servidores, cloud, links) e relatórios de uptime, SLA e capacidade.

Incluído

Gestão SPKR

Parceira Paessler: dimensionamento de sensores, calibração, vigilância diária e onboarding automático de novos ativos.

05 Perguntas frequentes

Perguntas frequentes

Já tenho PRTG instalado. A SPKR pode assumir a gestão?

Esse é o cenário mais comum. Fazemos uma auditoria do ambiente atual — sensores configurados, thresholds, cobertura de ativos e gaps — e entregamos um plano de adequação. A gestão contínua inclui monitoramento de alertas, ajuste de thresholds e criação de novos sensores sem precisar reinstalar nada.

Quantos sensores eu preciso para monitorar meu ambiente?

Depende da quantidade e criticidade dos ativos. Um servidor típico usa de 10 a 15 sensores (CPU, memória, disco, serviços, interfaces de rede). Na auditoria inicial, mapeamos todos os ativos e definimos a quantidade exata de sensores necessários para cobertura completa sem excesso.

O PRTG monitora ambientes cloud como Azure e AWS?

Sim. O PRTG possui sensores nativos para AWS CloudWatch, Azure Monitor e Google Cloud. Além disso, configuramos sensores personalizados via API para monitorar serviços cloud específicos do seu ambiente — tudo no mesmo painel da infraestrutura local.

Como funciona o alerta quando algo cai?

Configuramos escalonamento por severidade. Alertas críticos (servidor down, link fora) disparam notificação imediata por e-mail e SMS com abertura automática de ticket. Alertas de aviso (disco acima de 80%, CPU alta recorrente) geram análise preventiva. A equipe SPKR analisa cada alerta e atua na resolução ou escalação.

O PRTG substitui a necessidade de uma equipe de NOC?

O PRTG é a ferramenta — o valor está em quem analisa os dados. Com a gestão SPKR, sua empresa tem a visibilidade do PRTG combinada com a análise de profissionais que entendem o contexto do seu ambiente. Funciona como um NOC terceirizado focado na sua infraestrutura.

06 Relacionados

Saber que algo caiu pelo usuário é tarde demais.

Sensores, thresholds e dashboards calibrados e operados pela SPKR (parceira Paessler), com escalação por severidade e relatórios de SLA. Conversa de 30 minutos mostra os pontos cegos da sua rede.